Moça de familia não chupa,
faz carinho oral de olhinho fechado
e no gozo escapa um timido gemidinho
e o olhinho, abre em surpresa
ante ao pulso que jorra e escorre boca abaixo
inevitalmente apaixona-se, não pelo gozo alheio, mas
pelo poder que descobre nos lábios
Menina travessa leva de quatro olhando para trás
cavalo que conduz a charrete,
lombo que chicoteia o condutor,
bunda que estapeia a mão,
descobriu cedo, nos escuros da vida,
o gingado de controlar fingindo ceder.
No mínimo curiosa esta definição… rsssssssss. Invista esforço no que você escreve, rapaz!!! Vc tem um bom texto, é criativo, sarcástico e romântico, erótico e baixo. Com este mínimo que você escreveu, daria para fazer um livro, passeando entre a poesia e a prosa, entre o sagrado e o profano. Pense nisso! Postei comentário em “insistências”. Beijos no seu coração! Namastê!